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Hoje é Terça-feira, 07 de Abril de 2026.
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, em conjunto com a Polícia Militar, prendeu nesta quarta-feira (25) os dois últimos envolvidos em uma tentativa de homicídio ocorrida na noite do dia 23 de setembro, no município de Aral Moreira. Os suspeitos, que estavam foragidos, foram capturados no bairro Satélite, nas proximidades da residência de familiares das vítimas.
Durante a abordagem, os dois resistiram à prisão e houve confronto físico com os policiais. Um deles tentou atacar os agentes com uma faca. Além do cumprimento do mandado de prisão, os indivíduos foram presos em flagrante pelos crimes de desobediência, resistência e desacato, após agredir verbal e fisicamente os policiais.
Com a prisão dos últimos foragidos, todos os envolvidos na tentativa de homicídio estão detidos, trazendo alívio para as vítimas e para a comunidade de Aral Moreira. "A família das vítimas pode voltar a dormir tranquila", destacou a Polícia Civil em nota.
A tentativa de homicídio ocorreu na noite de 23 de setembro, no bairro Vila Satélite. Uma das vítimas, de 23 anos, estava sentada em frente à casa de um amigo quando foi abordada por quatro indivíduos. Um deles apontou para o jovem e disse: "É ele que vamos matar, já que não conseguimos matar o irmão dele".
Um dos agressores então sacou um facão e desferiu três golpes nas costas da vítima, que conseguiu escapar e se refugiar na casa de um amigo. Os autores ainda tentaram atacar o cunhado da vítima, desferindo duas facadas na cabeça, mas ele também conseguiu fugir e se esconder no quintal de uma vizinha.
A motivação do crime teria sido vingança, já que um familiar das vítimas havia matado o pai de um dos agressores.
Após o ataque, a Delegacia de Aral Moreira iniciou uma operação de busca pelos responsáveis, resultando na prisão de dois dos suspeitos logo após o crime. Os outros dois, que haviam fugido, tiveram a prisão preventiva decretada e foram capturados nesta quarta-feira. O Poder Judiciário também converteu as prisões em flagrante dos primeiros detidos em prisões preventivas, garantindo a continuidade da detenção dos acusados enquanto as investigações prosseguem.
