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Hoje é Segunda-feira, 06 de Abril de 2026.
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul está à procura de três suspeitos pela execução do caminhoneiro Magnos Edgar Bartz, de 39 anos, assassinado com aproximadamente 14 tiros no dia 8 de abril deste ano. O crime ocorreu na Rua Catrimani, no Bairro Jardim Colúmbia, enquanto a vítima estava dentro de uma caminhonete Chevrolet S10.
Segundo as investigações, Beatriz da Silva Oliveira, de 30 anos, Francisco Wilson Alves da Silva, de 23 anos, e Rogério da Silva, de 43 anos, são os principais suspeitos. Beatriz era amiga de Magnos, enquanto Francisco e Rogério possuem ligação familiar com Ana Grete Alves Pereira, que morreu em um acidente envolvendo o caminhoneiro. O trio teve a prisão temporária decretada desde junho deste ano, com validade até abril de 2044, pelos crimes de homicídio doloso e formação de quadrilha.
A investigação, conduzida pela 2ª Delegacia de Polícia Civil, aponta que Beatriz, Francisco e Rogério estavam em um Palio Weekend branco no dia do crime. Eles emparelharam o veículo ao lado da caminhonete de Magnos, que falava ao telefone no momento. Um dos suspeitos desceu do carro e efetuou os disparos. Após o crime, fugiram e permanecem foragidos.
De acordo com o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), o assassinato foi motivado por vingança. Ana Grete, mulher de Francisco e esposa de Rogério, morreu após cair do caminhão que Magnos dirigia na PR-317, enquanto o veículo estava em movimento. Magnos não prestou socorro e, por isso, ficou detido por 90 dias, sendo posteriormente libertado. Desde então, vinha recebendo ameaças constantes.
O MPMS também sustenta que o homicídio foi qualificado por motivo torpe e pela dificuldade de defesa da vítima, além do uso de uma arma de fogo de calibre restrito, uma pistola 9mm.
Execução brutal; Na ocasião do crime, Magnos havia parado a caminhonete para consertar um problema no motor. Após verificar a pane, ao tentar retornar ao veículo, foi surpreendido pelo atirador, que disparou cerca de 14 vezes. Magnos morreu no local. Moradores relataram que ele vinha sendo ameaçado devido ao envolvimento na morte de Ana Grete.
Os suspeitos seguem foragidos, e o caso continua em investigação.
