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Com a janela partidária encerrada, MS redefine o cenário político e aquece as eleições de 2026

Pré-campanha e movimentações partidárias tornam a corrida eleitoral em Mato Grosso do Sul ainda mais acirrada.
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Imagens reprodução @portaldoconesul Por: Editorial | 04/04/2026 19:18

O tabuleiro eleitoral de Mato Grosso do Sul para as eleições de 2026 já começa a se desenhar com maior clareza após a janela partidária, período em que lideranças políticas puderam trocar de legenda e reorganizar suas estratégias. Com o fechamento da janela, todos os pré-candidatos oficialmente filiados já estão em suas novas legendas, o que evidencia a consolidação das articulações partidárias. As movimentações recentes mostram um ambiente de forte articulação nos bastidores, com partidos buscando ampliar espaço tanto na Assembleia Legislativa quanto em Brasília.

O PL desponta como uma das siglas mais fortalecidas após a janela partidária, consolidando um grupo de lideranças com forte influência no cenário político estadual. Entre os nomes que ganham destaque está a deputada Mara Caseiro, cotada para disputar uma vaga no Congresso Federal, ao lado de Rodolfo Nogueira.

Na Assembleia Legislativa, o partido manteve nomes de peso, como Coronel David e outras lideranças, e ampliou sua base com as filiações de Zé Teixeira, Paulo Corrêa, Márcio Fernandes e Lucas de Lima. Para a disputa ao Senado, a legenda trabalha com nomes de grande projeção política, como Reinaldo Azambuja, Capitão Contar, Marcos Pollon e Giaine Nogueira.

A expectativa interna é de uma participação competitiva no pleito, com projeção de eleger até dois deputados federais e sete estaduais, além de entrar com força na corrida pelas duas vagas do Senado.

O MDB também segue em processo de reorganização. Sob a influência de lideranças tradicionais, como André Puccinelli, o partido trabalha para recuperar espaço e projeta a eleição de pelo menos três deputados estaduais, apostando em nomes já conhecidos do eleitorado e em novas lideranças que ingressaram recentemente.

O Republicanos também apresentou crescimento com novas filiações, entre elas o deputado federal Beto Perreira e os deputados estaduais Renato Câmara e Roberto Hashioca. Jaime Verruck surge como possível candidato a deputado federal. O partido pretende ampliar sua presença tanto na esfera estadual quanto na federal.

Outro bloco que chama atenção é a federação entre União Brasil e PP, considerada uma das mais fortes para a disputa. O grupo reúne nomes de peso, como Geraldo Resende, Luiz Ovando e Rose Modesto, e trabalha com a expectativa de eleger até três deputados federais, além de ampliar a bancada estadual.

No PSDB, as filiações de Paulo Duarte e Eduardo Rocha reforçam a estratégia de expansão da legenda. O partido foi um dos que mais receberam novos integrantes durante a janela partidária, sinalizando uma estrutura competitiva para as eleições.

No Avante, a chegada do deputado estadual Lídio Lopes representa um reforço significativo. Em seu quarto mandato e com expressiva votação na última eleição, ele desponta como um dos principais nomes da legenda, que projeta conquistar duas cadeiras estaduais.

Entre as mudanças registradas neste período, está a saída do deputado estadual João Henrique Catan do PL para o Partido Novo, em busca de novos projetos políticos no cenário eleitoral de 2026. A movimentação é vista como estratégica nos bastidores da política estadual e reforça as articulações que começam a ganhar força no Estado.

Na disputa por vagas no Congresso Nacional, os principais partidos de Mato Grosso do Sul intensificam suas articulações. O PL busca manter sua força com filiações estratégicas, enquanto o Republicanos amplia sua presença com novas adesões, como a do Jaime Verruck, que surge como possível candidato a deputado federal. A federação entre União Brasil e PP trabalha para consolidar candidatos de peso, mirando a eleição de até três deputados federais. O MDB reforça sua base com lideranças tradicionais e novas filiações, e o PT se articula para ampliar sua representação na Câmara. A corrida por espaço na esfera federal deve ser marcada por forte concorrência e intensa movimentação entre os partidos.

Com 24 cadeiras em disputa na Assembleia Legislativa e oito vagas na Câmara dos Deputados, o novo tabuleiro político do Estado indica uma eleição marcada por forte concorrência. As alianças formadas e as novas filiações demonstram que a corrida eleitoral já começou e deve se intensificar nos próximos meses.

 




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